Escrever, viver... para mim são como dançar. 
Mais importante do que ter técnica, do que aprender os passos e como posicionar o corpo e entrar num ritmo pré-determinado, é soltar-me em movimentos livres, no universo do sem medo, e deixar que a mente flua, medite, divirta-se. Estabanada e feliz. Encontrar meus próprios caminhos de olhos fechados.
É gostar de sentir o desconhecido se expressando em mim.

Escrever, viver... não têm que ser beleza, sensatez, coreografia para o mundo. 
Eu ando afrouxando esses laços, inventando meus compassos.
Quem sentir, que entre na dança. Quem estranhar, que passe longe.

A arte de viver (e de escrever) é para todos, façamos o que quisermos com ela. E cada um com seus p(r)o(bl)emas.
Não quero ser amada e nem quero ser desaprovada. 
Quero apenas escrever e viver.