Questionei meus hábitos, meus gostos, meu jeito de sentir. Olhei de fora meu caminhar, e não mais imersa nos sentimentos de mundo que aprendi. Experimentei novas cores, aromas, sabores. Percebi com outros olhos um inseto, uma pedra, a força das águas calmas. Quis ouvir as pessoas sem incluir meus julgamentos prévios, as minhas verdades. Desenvolvi mente observadora e contemplativa. Não sou esponja de emoções, e também não sou fechada em minha cultura, sou espectadora de diferentes jeitos de pintar a vida. Pego um pouquinho de cada ideia, de cada traço que me fica, que me agrada, e crio os mosaicos pós-moderno do meu destino.